julho 14, 2005

A crónica que deu origem ao post anterior.


Na altura, queria escrever sobre um tema que era apropriado à data. Mas as palavras que fugiam para o papel eram as lidas no post anterior. Chamem-lhe o que quiserem, catarse, exorcismo, saudades do passado... Teimosia ou raiva, até. Para conseguir terminar a crónica para o iClub, aceitei, perante mim própria que acabaria o texto e depois seria capaz de escrever algo mais "light".

Mas "gostei" do texto inicial e transformei-o num post. E foi um erro recolocar o post. Mais uma vez reconheço que há partes do passado que devem ser - embora não esquecidas - "organizadas" e guardadas numa gaveta.

Porque as realidades são feitas de inúmeras facetas. E dessas há algumas mais "luminosas".

11 comentários:

Ricardo Leal disse...

Correcto e afirmativo!

Quando se diz isto, já sabemos o destino, mas a rota será traçada a cada minuto.

Carlos Barros disse...

porque pensam e repensam tanto numa coisa?
esta feito escrito e postado e agora? a vida segue...

Carlos Barros disse...

ok, eu refaço: porquê derramar lagrimas por cima do leite derramado?
hihihiih

Menina_marota disse...

Revisitar o passado, fortalece-me.
(Re) colocar textos, que são fragmentos da nossa alma, depura o pensamento e o nosso íntimo?Eu também o faço, porque me faz bem?

Gostei de te ler! Um abraço;)

JMTeles da Silva disse...

Pois...Não te contrario desta vez.
Beijinhos

Daniel Aladiah disse...

Querida Raquel
Até as facetas menos luminosas se tornam belas na ponta da tua caneta...
Um beijo
Daniel

Tão só, um pai disse...

Guardar o passado? Arrumá-lo? E o que nos sobra?

Angela disse...

Gosto da luminosidade.

AS disse...

Querida Raquel,
Só para deixar um beijo de fim de semana...

Lua disse...

Raquel, gosto de olhar para trás sem esquecer o que quer que seja. Limito-me a dar-lhe a devida importância, o que foi bom alimentou-me o espírito e o que foi menos bom também, pois resulta sempre num grande ensinamento de vida. Costumo dizer que sou o que sou graças ao percurso de vida que passei. Logo, ainda que pudesse voltar atrás, teria de fazer tudo exactamente igual, pois essas experiências tornaram-me melhor, mais forte, mais resistente, mais sapiente. Agora sei melhor quem sou, o que quero, o que preciso, precisamente pelo que conheci lá atrás.
Portanto, nunca se deve perder nenhuma lição de vida. Há que digeri-las e intui-las.

Adoro um provérbio chinês que diz: "Não peças um fardo leve mas umas costas fortes".

Tem um grande e feliz fim de semana querida Raquel.
Muitos beijinhos

Lana disse...

mim passa pa deixar um chuak :)