junho 26, 2005

Os dias sem mouse...
Hoje ainda não há havia mouse, nem hoje, nem ontem, nem anteontem...
Raramente escrevo aqui verdades do momento. Por ser uma fingidora nata ou porque faço exactamente como todos depois de o leite ferver sem o desejarmos. Retiramos-lhe a nata. Há quem goste. Mas não eu. Sobra a fingidora, talvez, mas acima de tudo o ser humano. E o teclado. Sim... sobra o teclado, já que o mouse se recusava a cooperar.

E numa terra cheia de ratazanas, perguntam-se e bem, como é possível não haver uma à disposição? Mas a questão residia nas terminologias. Ratazanas, ratos... há imensos... Mas é um MOUSE que fazia falta, animalzinho que estimado, bem tratado e ligado a um PC ou a um Mac, é capaz (por vezes) de fazer mais pela (nossa) humanidade que qualquer das outras espécies animadas. Fazendo uma excepção honrosa aos que por nós já pereceram em tantos testes ou àqueles com que as crianças aprendem a ser mais humanas, ainda que os mantendo engaiolados (curiosa ironia). E não pensem que não adoro animais, porque adoro. Mas neste momento queria um, perfeitamente inanimado, ensinado e amestrado... só para mim! E agora já há! Um MOUSE, menos stress e mais paciência!

4 comentários:

Ricardo Leal disse...

já tentas-te ligar a corrente a qualquer um?

AS disse...

Raquel... finalmente o "mause"!...

Mais importante que esse esquivo animal, tu estás de volta!...

Um beijo

Tão só, um pai disse...

??? ... "livre, por ter mouse, presa, por não ter" ... eh, que diferença faz um mouse.

bertus disse...

...passou-me este post, caraças! Venho aqui de corrida, para comentar (em tempo) o post que está acima deste.
Que grande produção!

Aí vou eu ao outro post!